terça-feira, 18 de outubro de 2011

O ESTADO DAS COISAS E AS COISAS DO ESTADO

Meus amigos estamos a viver a maior crise de todos os tempos ponto final.
No meio da loucura dos nossos governantes escutam-se palavras de revelia,manifestações eminentes e greves na calha,todos resmungam ninguém acerta,e o fado é sempre triste...
Os governantes caducados são comandados a distancia por uma politica maioritária, autoritária e fora de validade,perdoam uns e penalizam outros e as contendas sucedem-se,nos por cá somos pacíficos e vamos tolerando,outros reagiram e viram o acordo renovado...
Não há dinheiro que pague a indignação do povo a muito que vivemos a troco de pouco.
Faz-me impressão saber que de tanto viver ainda não vivi nada...que o tempo que vivi não prestou para nada.
Não tenho culpa do estado das coisas nem das coisas do estado...sempre fui trabalhador e por isso sinto-me honrado.
Estamos a ser roubados e seremos até morrer não existe futuro já ninguém quer viver.
Esta Europa esta esgotada são dois a mandar e o resto a trabalhar...até quando é um dilema que falta resolver,salvam-se bancos da falência e pedem-se sacrifícios ao povo mais trabalho menos dinheiro e os impostos a crescer.
Ter um emprego é uma ilusão um filho uma fantasia...Os que já tinham alguma coisa perdem tudo de razia. 
Este Portugal dos pequeninos que só pensa em coisas grandes deviam por olhinhos nas coisas mais importantes...As famílias e seus filhos e novas gerações... 
A um sentimento de revolta a luta esta na estrada mas a noite quando me deito sinto que não valeu de nada.
O futuro esta traçado o governo esta desgovernado a maioria não acredita e o resto olha para o lado....
Tenho pena do estado das coisas e das coisas do estado.
Luís Clash


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