Ainda assim, esqueço a queixa o panfleto de reclamações o zé povinho, a miséria sem sentido a merda, o barulho das palavras sem fundamento sem nada, a bebida da vida o esgoto, mesmo sem precisar sem olhar ao gasto a tertúlia do dia a dia ao momento a desgraça , sem nada escuto, embrulho as desgraças as lamentações ,de quem nada tem para dar, e tudo parece oferecer, destes fujo, dilato-me escondo-me e cago... até me rio, aguento e suspiro sem me comover , tudo faz sentido, dos podres sai a porcaria, dos doces a alegria , mas ninguém repara, não ouvem, não escutam as aves da bondade , os trilhos da verdade , mesmo assim , esqueço a vaidade das palavras, das afrontas dessa gente , que respira o mesmo ar e caga a mesma merda que eu................................................. gatominado revoltado ,,,,,,
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
gatominado
Ainda assim, esqueço a queixa o panfleto de reclamações o zé povinho, a miséria sem sentido a merda, o barulho das palavras sem fundamento sem nada, a bebida da vida o esgoto, mesmo sem precisar sem olhar ao gasto a tertúlia do dia a dia ao momento a desgraça , sem nada escuto, embrulho as desgraças as lamentações ,de quem nada tem para dar, e tudo parece oferecer, destes fujo, dilato-me escondo-me e cago... até me rio, aguento e suspiro sem me comover , tudo faz sentido, dos podres sai a porcaria, dos doces a alegria , mas ninguém repara, não ouvem, não escutam as aves da bondade , os trilhos da verdade , mesmo assim , esqueço a vaidade das palavras, das afrontas dessa gente , que respira o mesmo ar e caga a mesma merda que eu................................................. gatominado revoltado ,,,,,,
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